sexta-feira, 11 de novembro de 2022

O S SACRIFÍCIO DA MISSA É OFERECIDO A DEUS

 A S. MISSA. O S. Sacrifício da Missa oferece-se só a Deus. Profetizou Malaquias 1, 11: "Desde o nascer do sol até o poente, o meu nome é grande entre as nações, e em todo lugar se sacrifica e se oferece ao meu nome uma oblação pura, porque o meu nome é grande entre as nações, diz o Senhor dos exércitos". Esta OBLAÇÃO PURA oferecida ao Senhor em todos os lugares é a S MISSA, renovando, em todas as horas de maneira incruenta o Sacrifício do Calvário.

Portanto, "a missa celebrada em honra da SS Virgem e dos Santos é sempre um sacrifício oferecido só a Deus; diz-se, porém, celebrada em honra da SS Virgem e dos Santos, p louvar a Deus neles pelos dons q lhes concedeu, e p alcançar, pela intercessão deles, em maior abundância, as graças de q necessitamos" (3° Cat 661). Amém!
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quarta-feira, 9 de novembro de 2022

FINS DA SANTA MISSA

 O S SACRIFÍCIO DA MISSA. O Sacrifício da Cruz é o único sacrifício da Nova Lei, porquanto por ele Jesus Cristo aplacou a Justiça Divina, adquiriu todos os merecimentos necessários p nos salvar, e assim consumou da sua parte a nossa redenção. São estes merecimentos q Ele nos aplica pelos meios q instituiu na sua Igreja, entre os quais está o Santo Sacrifício da Missa. E a S Missa é oferecida por 4 fins: 1° - LATRÊUTICO, i é, p honrar a Deus como convém, ou seja adorar; 2° - EUCARÍSTICO: i é, p Lhe dar graças pelos benefícios; 3° - PROPICIATÓRIO: i é, p aplacar a Deus e dar-Lhe a devida satisfação pelos nossos pecados, p sufragar as almas do Purgatório; 4° - IMPETRATÓRIO: i é, p alcançar todas as graças q nos são necessárias.

Ó inefável graça! Ó bondade maravilhosa! Ó amor infinito! Amém!
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segunda-feira, 7 de novembro de 2022

AS SANTAS MULHERES

 Se é certo pelas Sagradas Escrituras que tanto no Antigo Testamento como no Novo as mulheres nunca foram escolhidas para exercer o sacerdócio ministerial, também não é menos certo que Deus no Antigo Testamento e Deus Filho, feito Homem, Nosso Senhor Jesus Cristo no Novo Testamento não dispensaram a ajuda dedicada e carinhosa de piedosas mulheres. 


   Eis o que relata São Lucas no capítulo 8º, versículos de 1 a 3: "Depois disto, Jesus percorria cidades e aldeias pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus. Acompanhavam-nO os doze apóstolos e algumas mulheres que tinham sido curadas de espíritos malignos e de doenças. Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios, Joana, esposa de Cusa, intendente de Herodes, Susana e muitas outras, que os serviam com seus haveres".

   Já havia entre os judeus o costume de senhoras piedosas proverem à subsistência de rabinos, ou doutores que se dedicavam exclusivamente ao ensino da lei. Como Jesus não se fixava em lugar algum, mas percorria constantemente as diversas regiões do país, elas o acompanhavam. 
   São Lucas, depois de citar Maria Madalena, Joana e Susana, acrescenta que muitas outras também acompanhavam a Jesus. Sabemos por São Mateus 27, 56 e por São Marcos 15, 40, que, entre estas muitas, estavam Salomé, mãe de Tiago e de João, e esposa de Zebedeu, e também Maria, mãe de Tiago, o Menor, e de José.

   Quanto a Maria, chamada Madalena, parece que este nome "Madalena" deriva de Mágdala, pequena localidade situada à margem ocidental do logo de Genesaré. Diversos intérpretes, entre eles alguns santos doutores da Igreja, seguindo a Liturgia da Igreja (Breviário na sua festa, dia 23 de julho) supõem que esta Maria Madalena seja a mesma pecadora que ungiu os pés de Jesus e que mais tarde Lhe ungiu a cabeça em Betânia. Seria, portanto, irmã de Marta e de Lázaro. 

   Quanto a Joana, sabemos que seu nome aparece mais tarde entre aquelas que foram ao sepulcro de Jesus, na manhã da ressurreição. 

   São Lucas diz que estas piedosas mulheres acompanhavam a Jesus e os Apóstolos para os servirem com seus haveres. Portanto, não só ofereciam seu trabalho como também custeavam despesas. É interessante observarmos que entre estas piedosas e dedicadas mulheres havia algumas que eram casadas. Seus esposos, portanto, têm o merecimento de haverem consentido que suas esposas ajudassem a Jesus e aos Apóstolos. Hoje, infelizmente há muitos homens que não ajudam nem permitem que suas esposas ajudem à Igreja.

   Limitar-me-ei a fazer apenas mais uma citação, que é de São Paulo na sua Epístola aos Efésios 4, 2 e 3: "Rogo a Evódia e suplico a Síntique que tenham os mesmos sentimentos no Senhor. Também, te rogo a ti, fiel companheiro, que as ajudes a elas que COMBATERAM COMIGO PELO EVANGELHO".

   Na verdade, caríssimos, como comenta o Padre Lincoln Ramos, o Cristianismo trouxe duas grandes prerrogativas à mulher: a) Elevou-a socialmente à altura do homem, pois antes era relegada a posição social inferior, sendo até, em certos países, considerada como escrava. b) Abriu mais largos horizontes para a influência benéfica de seu espírito de caridade e de dedicação. As que seguiam a Jesus, faziam-no também por gratidão, por haverem sido ou libertadas do demônio ou curadas de enfermidades.

   Nós padres, que abandonamos tudo por amor a Jesus, verificamos como a Providência Divina em todos os lugares que trabalhamos, suscita  assim piedosas e dedicadas mulheres que tanto nos ajudam. Que Deus lhes pague! E, de minha parte, deixo aqui o meu mais cordial e profundo agradecimento.

domingo, 6 de novembro de 2022

A EUCARISTIA COMO SACRIFÍCIO

 O S SACRIFÍCIO DO ALTAR. Diz o Concílio de Trento (citado pelo CIC, 1366): "[Cristo] nosso Deus é Senhor ofereceu-se a si mesmo a Deus Pai uma única vez, morrendo como intercessor sobre o altar da cruz, a fim de realizar por eles (os homens) uma redenção eterna. Todavia, como sua morte não podia pôr fim ao seu sacerdócio (Hb 7, 24 e 27), na Última Ceia, 'na noite em q foi entregue' (I Cor 11, 13), quis deixar à Igreja, sua esposa amada, um sacrifício visível (como reclama a natureza humana) em q seria feito presente o sacrifício cruento q ia realizar-se uma vez por todas uma única vez na cruz, sacrifício este cuja memória haveria de perpetuar-se até o fim dos séculos (I Cor 11, 23) e cuja virtude salutar haveria de aplicar-se à remissão dos pecados q cometemos cada dia". Amém!

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HOMILIA SOBRE O EVANGELHO DO 22º DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES

 22° Domingo depois de Pentecostes: Mt 22, 15-21. "Dai a César o q é de César e a Deus o q é de Deus". Eis o código divino! Diz tbm S Paulo: "Não há poder q não venha de Deus... pagai, pois, a todos o q lhes é devido: a quem tributo, o tributo; a quem imposto, o imposto; a quem temor, o temor; a quem honra, a honra" (Rom 13, 1 e 7). É óbvio q a autoridade deve ser LEGÍTIMA. E só é lícito não obedecer e até resistir à autoridade, após ser provada a sua ilegitimidade por quem de direito. E quando estas duas coisas não são observadas, temos infelizmente a anarquia, a desordem e o consequente prejuízo ao bem comum da sociedade.

Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, livrai o Brasil do comunismo! Amém!
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sábado, 5 de novembro de 2022

CONSAGRAÇÃO DO PÃO SEPARADA DA DO VINHO

 O SACRIFÍCIO DA MISSA representa de modo sensível o derramamento do Sangue de Jesus Cristo na Cruz; porque em virtude das palavras da consagração só o Corpo de Nosso Salvador se torna presente debaixo das espécies de pão, e debaixo das espécies de vinho, só o seu Sangue; entretanto, pela concomitância natural e pela união hipostática, está presente, debaixo de cada uma das espécies, Jesus Cristo todo inteiro, vivo e verdadeiro.

Em outras palavras: Jesus Cristo ressuscitado não morre mais; na Consagração da Missa há apenas uma morte sacramental, mística: na morte de Jesus na cruz o seu Sangue se separou de seu Corpo; e no Sacrifício da Missa isto é significado de maneira sensível pela consagração do pão feita separadamente da consagração do vinho. Amém!
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sexta-feira, 4 de novembro de 2022

O S SACRIFÍCIO DO ALTAR

 A S MISSA. "O Santo Sacrifício da Missa é substancialmente o mesmo q o da Cruz, porque o mesmo Jesus Cristo, q se ofereceu sobre a cruz, é q se oferece pelas mãos dos sacerdotes seus ministros, sobre os nossos altares; mas quanto ao modo q é oferecido, o sacrifício da Missa difere do sacrifício da Cruz, conservando todavia a relação mais íntima e essencial com ele" (3° Cat 653).

"Entre o Sacrifício da Missa e o Sacrifício da Cruz há esta diferença e esta relação: q Jesus Cristo sobre a Cruz se ofereceu derramando o seu sangue e merecendo p nós; ao passo q sobre os altares Ele se sacrifica sem derramamento de sangue; e nos aplica os frutos da sua Paixão e Morte" (3° Cat 354). Na cruz Jesus se ofereceu diretamente; na Missa Ele se oferece pelas mãos de seus ministros, os sacerdotes. Amém!
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quinta-feira, 3 de novembro de 2022

A SANTA MISSA

 SANTA MISSA. A Eucaristia não é somente um Sacramento; é tbm o sacrifício permanente da Nova Lei, q Jesus Cristo deixou à Igreja, p ser oferecido a Deus pelas mãos dos seus sacerdotes. O sacrifício, no sentido geral, consiste em oferecer a Deus uma coisa sensível, e destrui-la de alguma maneira, p reconhecer o supremo domínio q Ele tem sobre nós e sobre todas as coisas. Este sacrifício da Nova Lei é justamente a Santa Missa, o Santo Sacrifício do Altar.

Então, "a S Missa é o sacrifício do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo, oferecido sobre os nossos altares, debaixo das espécies de pão e de vinho, em memória do sacrifício da Cruz" (3° Cat, 652).
Os sacrifícios do Antigo Testamento eram apenas a SOMBRA do sacrifício da Cruz de Jesus Cristo. Diz S Paulo: "Cristo, o nosso Cordeiro pascal, foi imolado" (I Cor 5, 7). Cristo "foi oferecido porque assim o quis" (Isaías 53, 7). Amém!
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terça-feira, 1 de novembro de 2022

FESTA DE TODOS OS SANTOS

 FESTA DE TODOS OS SANTOS. A Igreja Militante volta hj os seus olhos p a Igreja Triunfante no Céu; amanhã os voltará p a Igreja Padecente no Purgatório. Hj a S Igreja inclui na sua veneração milhões e milhões de santos q durante o ano não tem condição de venerar em particular.

Esta festa é um estímulo e um convite. Lutamos contra nossa concupiscência, contra o mundo e contra os demônios. Luta renhida e diuturna. São grandes e numerosas as dificuldades! Às vezes sentimos tentação de desanimar. A vida dos Santos no dá ânimo. S Agostinho dizia: "Se estes e estas, por que não eu?" Na verdade, Deus nosso Pai do Céu, quer a nossa salvação e tbm a nossa santificação de tal modo q não fosse preciso passar pelo Purgatório.
A vida dos Santos nos convida a trabalhar, a redobrar esforços p conseguirmos o Céu: desapego de nós mesmos (humildade), dos bens terrenos, da carne (penitência, pureza); em fim, carregar a cruz todos os dias. Mas vale à pena: aqui na terra tudo passa: juventude, beleza, força, prazeres, bens materiais. A felicidade do Céu, porém, além de ser perfeita, é eterna. Amém!
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